29 de abr. de 2012

Blefe

Não sei teu código de acesso
ainda
Se te farejar descubro
Se puder sussurrar no teu ouvido
te convenço
Se te recitar um poema, te trago para perto.
se beberes do meu vinho
rola.
Mas não te perturbes.
Nesse momento só te contemplo
e
estremeço ao ouvir teu nome
Afinal, não sou essa segurança toda
Sou um blefe
uma impostora
uma paixão ambulante
disfarçada de pessoa

4 comentários:

  1. Marília, que poesias incríveis tu nos oferece!

    Aproveitemos nosso momento de blefe, aquele momento que coloca nosso amor em descanso, pra misturar todos os temperos do alimento que se forma, o mesmo que irá nos nutrir no futuro. Beijões! Gustavo

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  2. Marília, tem como liberar os comentários para pessoas que não utilizam de blogs? Eu postei com um blog que fiz há anos e que nunca usei... beijos! -Gustavo

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